terça-feira, 24 de junho de 2008

Transforme seu pen drive em memoria ram no Vista

por Raphael Monteiro - Apesar de alvo de muitas críticas o Windows Vista trouxe alguns novos recursos que realmente podem facilitar a vida do usuário e que não encontramos no sistema operacional anterior a este, o Windows XP. Um destes recursos é o ReadyBoost.

Como sabemos, o novo sistema da Microsoft exige muito mais memória ram para o seu funcionamento do que o Windows XP, o que pode torna-lo lento em computadores mais antigos ou com menos de 1 giga de memória.

Quando você pluga o pen drive na porta USB de seu computador, uma das opções que surge na tela é para escolher quanto de memória auxiliar que quer utilizar. O espaço utilizado como memória auxiliar não vai permitir guardar arquivos. Ele será usado pelo processador quando todos os bancos de alocação de sua RAM estiverem ocupados, e desta maneira o pen drive passa a fazer o papel de memória. Como já foi dito, este pode ser um ótimo recurso para usuários de máquinas mais antigas que estão atualmente utilizando o Windows Vista.

Mas este recurso deve ser evitado quando se deseja prolongar a vida útil do pen drive, pois este possui em interior um módulo de memória flash, e como qualquer componente ela apresenta um prazo de vida útil. No caso da memória flash sua vida útil é calculada por ciclos de gravação e regravação, e para estes dispositivos este prazo varia de 10.000 a 100.000 ciclos. Pode parecer muito, mas se considerarem um aparelho com uma vida de 10.000 ciclos, e seu usuário for um utilizador assíduo deste recurso, o pen drive poderá ter uma redução de até 2/3 de seu tempo de utilização, que em média é de 3 anos, passando a durar apenas 1. Outro fator é a velocidade de transferência de bits, que é muito inferior ao da memória RAM, fazendo com que o sistema fique extremamente lento durante a sua utilização. Como podemos ver, o Ready Boost pode ajudar muito no caso de uma emergência, mas não deve ser enxergado como uma solução para a falta de memória em um sistema relativamente pesado.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Curso "Métodos para tornar um web site lucrativo"


por Lucas Vegi - Você quer ganhar dinheiro na internet?..Pois então nós do mr .BIN ensinaremos para você.

Com esse material que estamos disponibilizando, referente ao curso “Métodos para tornar um web site lucrativo”, você poderá tomar conhecimento de vários planos de afiliados e de técnicas para implementar anúncios em seus sites e gerar receita a partir deles.

Esse curso será ministrado por mim, e acontecerá no dia 10 de Junho de 2008, no I Simpósio Mineiro de Ciências Gerenciais organizado pela Faminas.

Para os participantes do curso e nossos leitores interessados, façam seus downloads logo abaixo.

Linux com a sua cara

por Raphael Monteiro - Uma das grandes vantagens do Linux é que o usuário pode deixa-lo com a sua cara, podendo escolher o ambiente gráfico de trabalho de acordo com a configuração do seu computador e com suas necessidades, confira as características de alguns destes ambientes:

Em 1996, iniciava-se o projeto KDE. Muito embora o Ambiente KDE fosse livre, ele era construído através da toolkit QT, que não era livre naquele momento. Membros do projeto GNU ficaram preocupados com a possibilidade de que um ambiente de trabalho livre fosse feito sobre uma toolkit proprietária. Diante de tal dilema, o projeto GNOME nasceu em Agosto de 1997 pelos esforços de Miguel de Icaza e Federico Mena. No começo, o objetivo principal do GNOME foi fornecer uma suíte amigável ao usuário de aplicações e um desktop fácil de usar. O GNOME foi escrito originalmente na linguagem de programação C. Logo depois um grande número de linguagens foram encorpando o GNOME e suas aplicações, por exemplo, linguagens como: C++, Ruby, Python, Perl e muitas outras. No lugar do Qt, o GTK foi escolhido como a base para desenvolvimento do GNOME. A licença é a GNU GPL General Public License (GPL). Ele conta com uma coleção rica de ferramentas, bibliotecas, e dos componentes para desenvolver aplicações poderosas em Unix. A distribuição completa do GNOME inclui uma suite para escritório (Office) através da integração de vários projectos independentes: processador de texto (AbiWord), folha de cálculo (Gnumeric), gestão de projetos (Planner), editor de diagramas (Dia), programa para desenhos vetoriais (Inkscape) e de imagem (GIMP).

Software de origem alemã, o KDE (sigla inglesa para K Desktop Environment) é, simultaneamente, um ambiente gráfico (que inclui um gerenciador de janelas) e uma plataforma de desenvolvimento livre e de código aberto, desenvolvido com base na biblioteca Qt. Voltado inicialmente aos utilizadores de platafomas Unix, funciona também no Mac OS X utilizando o seu servidor X11 e no Windows através do ambiente Cygwin. Juntamente com o GNOME é um dos mais populares ambientes gráficos usados no Linux. O gerenciador de janelas disponibilizado (KWin) é responsável por fornecer uma interface gráfica organizada e consistente para que aplicativos sejam executados e para que o usuário interaja com o computador, tanto utilizando aplicativos específicos quanto funções básicas como manipulação de arquivos e dispositivos. Com uma barra de tarefas intuitiva (muito ao estilo da do Windows), este ambiente de trabalho é um dos pesos pesados do GNU/Linux no que diz respeito a interfaces gráficas: segundo os autores, o KDE visa a oferecer a versatilidade do Linux, minimizando o contraste da interface relativamente a outros sistemas operativos, pelo que não será de estranhar reconhecer aspectos de organização e apresentação já vistos noutros ambientes gráficos de sistemas operativos. O KDE foi inteiramente criado em C++, e inclui também uma suíte de escritório (Office) simples, mas com muitos componentes: processador de texto (KWord), folha de cálculo (KSpread), programa de apresentações (KPresenter), editor de diagramas gráficos (KChart), de equações (KFormula), gerador de relatórios (Kugar), editor de diagramas e fluxogramas (Kivio), base de dados (Kexi), editor de gráficos bitmap (Krita) e vetoriais (Karbon14).

Já um pouco menos popular o Xfce é um ambiente de trabalho gráfico, executado sobre o sistema de janelas X em sistemas Unix e similares. Assim como GNOME, o Xfce utiliza a biblioteca para fazer a interface com o usuário, o que os tornam ligeiramente parecidos. Entretanto, uma preocupação do Xfce é ser mais rápido e consumir menos recursos da máquina do que o GNOME, que é considerado excessivamente grande e consumidor de recursos desnecessariamente, desta maneira sendo mais indicado para computadores mais antigos. O Xfce usa dois painéis: um com o botão de menu das aplicações e com botões para as aplicações mais úteis, e outro para apresentar os botões das janelas. Pode-se personalizar os painéis e até acrescentar outros. As funcionalidades do ambiente podem ser aumentadas com a instalação de diversos goodies. Estes plugins podem ser adicionados a um painel. O gestor de janelas suporta a extensão Composite do Xorg. Permite alterar a opacidade das janelas.

Como foi mostrado, estes são alguns dos ambientes gráficos mais usados, porém existem outros menos conhecidos, desta maneira o usuário encontra a seu dispor ferramentas para deixar o Linux mais confortável de acordo com suas preferencias, escolha sua distribuição e ambiente gráfico que mais lhe agradar e seja feliz com o Linux.


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