segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Google AdSense: Técnicas de otimização dos anúncios

por Lucas Vegi - Levando em consideração alguns emails recebidos por mim de pessoas que não tiveram a oportunidade e assistir nenhum dos mini-cursos que ministrei a respeito de planos de afiliados com enfoque no Google Adsense e técnicas para otimização de renda dos mesmos, estou hoje fazendo a postagem desse artigo que nada mais é que um resumo da idéia principal dos mini-cursos que com certeza irá ajudar muito quem estiver buscando informações a respeito e estiver interessado no assunto.

Principais técnicas de otimização dos anúncios
A principal fonte de renda atual do Google vem das publicidades, por isso o investimento em pesquisa nessa área é intenso na empresa, principalmente as pesquisas em IHC (Interação Humano Computador).
Com base nessas pesquisas em IHC, foram identificadas técnicas a serem utilizadas com relação às cores, posicionamento e formato dos anúncios, além da utilização de critérios e formas para aumentar o inventário de anunciantes. Vejamos a seguir.

Cores dos anúncios
As cores mais indicadas para serem utilizadas nos anúncios, são as cores do layout do seu site, fazendo com que os anúncios fiquem “integrados” no seu layout. Se seu site tem o fundo branco e os links vermelhos, então coloque o fundo e a borda dos anúncios em branco e a cor dos links dos anúncios idêntica a do seu site.

Exemplo de anúncios integrados ao layout:

Com os anúncios integrados ao layout do site, fica muito mais fácil dos visitantes olharem para eles, até por pensarem ser conteúdo e assim quebrar o preconceito de achar que todos os anúncios não são interessantes. Porém, nunca incentive seus usuários a clicarem nos anúncios fingindo que eles são conteúdo do seu site, pois isso pode gerar certa insatisfação nele e acarretar na não volta dele ao site.

Com os usuários olhando para seus anúncios, já é um grande passo para você receber cliques, pois como o Google AdSense faz contextualização automática, muito provavelmente os anúncios apresentados serão relevantes ao conteúdo que o usuário está vendo no site e portanto pode atrair seu interesse em clicar e obter maiores detalhes.

Com o tempo, a taxa de cliques nos anúncios pode cair, principalmente se seu site possui visitantes fiéis, pois como seus anúncios são sempre da mesma cor, os usuários podem acostumar com o seu layout e assim passarem a nem olhar mais para os anúncios com o tempo. Para solucionar isso, uma opção é periodicamente utilizar a rotação de cores.

A rotação de cores faz com que seus anúncios não tenham uma cor fixa, a cada vez o site é carregado, os anúncios aparecem numa combinação de cor nova. Isso faz com que os usuários não acostumem com o seu layout, porém deve ser usado somente em situações extremas, pois como os anúncios irão aparecer em cores que muitas vezes não tem muito a ver com o layout do site, o efeito da utilização da rotação de cores pode ser negativo para algumas situações.

Para utilizar a rotação de cores, selecione a opção “Use múltiplas paletas”. Veja o exemplo logo a seguir:

Posicionamento dos anúncios
O posicionamento dos anúncios é outro fator muito importante para a otimização, pois se os anúncios forem colocados em locais onde o usuário não tem costume de olhar e ler, dificilmente obterão sucesso.

Imagine seu site como uma loja e o local onde você colocará os anúncios como a vitrine da sua loja. Pois bem, a “vitrine” do seu site são os locais de maior índice de visualização.

Segundo o Google, os usuários visualizam os sites em um campo de visão parecido com a letra “F”, portanto esses locais são ideais para os anúncios aparecerem, pois os usuários estarão vendo os anúncios, e isso é muito importante.

Exemplo de campos de visão médio dos usuários:

As partes em vermelho são os locais que os usuários mais olham em média, portanto são a vitrine do seu site.


Outros locais interessantes para a colocação de anúncios são na barra de navegação e entre os artigos do site, pois são locais que agregam valores para o usuário.

Na barra de navegação, caso o usuário tiver procurando por algo, ele pode não encontrar, mas caso ele se interessar pelos anúncios, é uma forma desse usuário sair do seu site gerando renda, ao contrário do que ele faria se ali não tivessem anúncios e ele não tivesse encontrado o que procurava.

Já entre os artigos, o usuário ao terminar de ler o artigo, pode ver nos anúncios algo que complemente sua leitura e assim acabar clicando e saindo do seu site gerando renda novamente.

Existem locais onde deve ser evitada a colocação dos anúncios, como por exemplo, ao lado do logotipo da página, fora do layout e no rodapé.

Ao lado do logotipo é um local até comum de se ver pela internet inclusive em sites grandes e famosos, porém é um péssimo local, pois mesmo ele sendo um campo muito visualizado, os anúncios que aparecem lá ainda não têm nenhuma relevância para o usuário, levando em consideração que ele acaba de entrar no seu site, vai ver os anúncios, mas ainda nem leu seu conteúdo e por conta disso é mais difícil que ele se interesse em clicar, mesmo vendo o anúncio.

No rodapé é ainda menos provável do usuário olhar, pois é o local mais fora do campo de visualização média dos usuários. Dificilmente um usuário irá rolar toda barra de rolagem até chegar ao rodapé do seu site, e caso chegar lá, provavelmente já estará enjoado, querendo visitar novos locais e nem olhará para o anúncio.

Anúncios fora do layout acontecem muito em sites de beneficiários mal informados. Como veremos no próximo tópico do artigo, existem alguns formatos de anúncios que geralmente alcançam índices maiores de cliques e sucesso, porém alguns beneficiários influenciados por essa questão e por falta de espaço no layout acabam colocando anúncios de melhores formatos em locais errados. Porém na falta de espaço no layout, é muito melhor colocar anúncios em formatos menores em locais corretos, do que anúncios em formatos de maiores sucesso em locais que os usuários não irão olhar.

Formato dos anúncios
Quanto mais largos forem os formatos dos anúncios, maior é a tendência de sucesso do mesmo, pois eles fornecem maior espaço para os anunciantes, conseguem apresentar uma maior quantidade de anúncios em um único bloco, apresentam anúncios mais fáceis de ler e como conseqüências atraem uma maior quantidade de anunciantes de qualidade.

Os formatos de anúncios mais largos possuem os maiores inventários de mídias, ou seja, possuem mais anúncios de texto, imagem e vídeo, além dos maiores anunciantes do AdSense e que geralmente pagam mais por clique utilizarem eles para suas campanhas.

Os 3 formatos de maiores sucessos segundo o Google, são o retângulo médio(300x250), o retângulo grande(336x280) e o arranha-céu largo(160x600).

Exemplo dos 3 melhores formatos:

Sempre que possível, tente utilizar esses formatos de anúncios nos seus sites, pois o leilão dos anunciantes será mais concorrido e conseqüentemente as chances de aparecerem anúncios com maiores CPCs e eCPMs no seu site são melhores, e assim você ganhará mais. Mas como eu disse anteriormente, é muito melhor utilizar um formato de anúncio que não seja tão bom, mas em uma posição correta, do que um bom formato em uma posição errada, portanto use o bom senso.
O que é CPC e eCPM?

CPC é uma unidade de medida que o Google mantém sigilo, é a medida de quanto cada anunciante está pagando por clique no seu site.

eCPM é uma medida que o Google deixa visível nos relatórios, ela indica o potencial de renda de cada anunciante a cada 1000 impressões de anúncios.

O leilão de anunciantes corre em tempo real, portanto a cada visualização do seu site, estarão aparecendo os anunciantes que no momento estão com as maiores médias de CPC e eCPM e querem anunciar no seu site. A prioridade de aparecer nas partes mais altas do site é dos anunciantes que tem as maiores médias.

Aumento do inventário de anunciantes
Seu inventário de anunciantes é composto pelos anunciantes que estão concorrendo do leilão do seu site, portanto é sempre interessante ter um inventário grande, pois quanto maior for o número de concorrentes no leilão, maiores são as chances de seu site ter anúncios de melhor qualidade e que pagam mais. Para aumentar o inventário de anunciantes devemos seguir 5 passos básicos.

O primeiro deles é o de manter limpo o filtro de anúncios concorrentes, pois ao filtrar um anúncio que poderia vir a aparecer no seu site, conseqüentemente você estará diminuindo o seu inventário e tornando seu leilão menos concorrido, pois o anunciante filtrado poderia ser talvez o que pagaria mais e teria maior potencial de renda do seu leilão.

O segundo passo é o de aceitar anúncios de texto e imagem, pois assim você terá em seu leilão uma gama de possibilidades maior aumentando assim a competitividade do leilão.

O terceiro passo é ter um site com conteúdo de qualidade e de preferência exclusivo, pois os anunciantes não gostam de associar suas marcas a conteúdos ruins ou plágios.

O quarto passo é a utilização de palavras-chaves nos textos, porém sem exagerar, pois quando o texto possui palavras-chaves, fica mais fácil dos algoritmos de contextualização automática do Google direcionar anúncios mais relevantes vindos do seu leilão e como conseqüência aumenta a chance de você ser clicado.

O quinto e ultimo passo é algo que já vimos anteriormente, que é a utilização de formatos de blocos de anúncios largos sempre que possível.

Utilização de critérios
Como vimos nos tópicos anteriores, é sempre bom fazer uma boa cobertura com anúncios nas partes mais visualizadas dos sites para obtermos maiores chances de recebimento de cliques, porém muitas pessoas acham que quanto mais anúncios colocarem no site, maior é a chance de ganhar dinheiro e nem sempre é assim.

Pode acontecer de sites com menos anúncios gerarem mais rendas que alguns que tem mais anúncios pelo fato de fazerem o controle de número de cliques e quanto de renda que cada bloco gera através dos critérios.

Existe a possibilidade de você estar recebendo mais cliques nos blocos de anúncios que lhe pagam menos e a partir dos relatórios dos critérios você poderá resolver isso da forma mais adequada.

Exemplo de caso que os critérios ajudam:

Esse site do exemplo possui eCPM e CPC altos no bloco ao lado do cabeçalho (que é uma posição não indicada para a colocação de anúncios, mas como é a parte mais alta do site, possui os anunciantes que pagam mais) porém possui um baixo CTR*, ou seja, é um bloco pouco clicado porém tem os anunciantes que pagam mais, já o bloco localizado depois do artigo, possui eCPM e CPC baixos por não ser uma posição de privilégio em relação ao topo da página, porém possui um CRT* alto, ou seja, é um bloco de anúncios que paga pouco mas recebe muitos cliques.

O ideal para a otimização seria tentar fazer com que o bloco de anúncio que paga mais, fosse também o que recebesse mais cliques, e nessa situação se cada bloco de anúncio utilizar um critério diferente associado durante a criação do bloco, pelos relatórios avançados do AdSense, é possível saber qual bloco esta gerando mais renda e qual recebe mais clique e partir daí você tira as conclusões específicas para o seu site.

A solução ideal para a situação vista no exemplo, seria a retirada do bloco de anúncios localizado ao lado do logotipo, pois automaticamente só restaria um na página, que é o que está localizado abaixo do artigo. Mesmo ele estando localizado numa parte mais baixa do site, naquela situação ele está na parte mais alta do site que tem anúncios e, portanto recebe o privilégio de apresentar os anunciantes que pagam mais naquele momento e como ele já tem taxa de cliques alta, ele vai continuar recebendo muitos cliques, porém em anúncios que pagam mais, otimizando assim a renda mesmo utilizando menos anúncios.

*CTR é a unidade de medida usada para saber a média de clique que o anuncio recebe em relação ao numero de vezes que ele foi exibido.

Conclusão
A partir dessas técnicas apresentadas no artigo, conciliadas com um layout agradável para leitura e utilizando técnicas de SEO, as chances de maximização da renda gerada pelos anúncios no seu site aumentam de forma exponencial. Vale a pena implementar.

OBS: Artigo de minha autoria originalmente publicado no Viva o Linux

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quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Curso: Obtenção de rendas reais no ambiente virtual

por Lucas Vegi - O curso Obtenção de rendas reais no ambiente virtual é uma atualização do curso Métodos para tornar um web site lucrativo.

Nele são abrangido tópicos como:
- Planos de afiliados;
- Ênfase no Google Adsense;
- Técnicas de implantação de anúncios;
- Posicionamento, cores e formatos de anúncios mais adequados;
- Monitoramento de resultados obtidos;
- Otimização de renda;
- Formas de recebimento dos pagamentos pela conta bancária;

Público-Alvo: Ênfase em alunos e profissionais das áreas de informática e publicidade-propaganda, sendo extensível a pessoas de outras áreas que tenham sites específicos.

Objetivo: Obtenção de rendas extras com um site profissional ou mesmo com a transformação de um hobbie virtual em lucro real.

Faça o download da apostila do curso no link abaixo:

domingo, 6 de julho de 2008

Cientistas inserem LCD em lente de contato

por Raphael Monteiro - Imagine estar andando na rua e no canto de seu campo de visão surge um envelope indicando um novo e-mail em sua caixa de mensagens, ou estar em uma auto-estrada seguindo a direção de uma “seta” virtual que aponta para onde deve ir, isto tudo simplesmente flutuando em seu campo de visão do mundo real.

Apesar de parecer um cenário de filme de ficção, esta realidade pode estar mais próxima. Cientistas da Universidade de Washington construíram o primeiro circuito eletrônico completamente funcional sobre uma lente de contato. O novo sistema esta sendo testado em coelhos e ao que os experimentos indicam é biologicamente inerte não causando danos ou alergia aos olhos.

Telas virtuais têm uma infinidade de aplicações, o que tem gerado um intenso interesse no seu desenvolvimento. Elas poderão ser utilizadas para mostrar todas as informações do painel dos automóveis para o motorista sem que ele precise desviar o olhar da estrada.

Ao invés de abrir o celular para ver as últimas mensagens recebidas, o usuário poderá simplesmente ler o email mais recente diretamente à sua frente, como se estivesse diante de uma gigantesca tela, preenchendo todo o seu campo de visão. E com total privacidade, porque ninguém mais verá a imagem. "Olhando através da lente (quando totalmente pronta), você poderá ver que a imagem está sendo gerada superposta ao mundo lá fora," diz o pesquisador Babak Parviz.

Os circuitos eletrônicos e os LEDs necessários para o funcionamento da tela foram construídos sobre o material da lente de contato por meio de impressão. No protótipo a lente é transparente, sem nenhum grau corretivo, embora os pesquisadores afirmem que não há nenhum impedimento para que as lentes sejam também corretivas.

A lente de contato é maior do que a pupila do olho, o que significa que há muito espaço para que os pesquisadores possam incluir circuitos eletrônicos sem atrapalhar a visão normal do usuário.

O próximo passo da pesquisa é acionar uma tela de baixa resolução, com poucos pixels de largura, apenas o suficiente para avaliar a segurança e o conforto da nova tela virtual.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Transforme seu pen drive em memoria ram no Vista

por Raphael Monteiro - Apesar de alvo de muitas críticas o Windows Vista trouxe alguns novos recursos que realmente podem facilitar a vida do usuário e que não encontramos no sistema operacional anterior a este, o Windows XP. Um destes recursos é o ReadyBoost.

Como sabemos, o novo sistema da Microsoft exige muito mais memória ram para o seu funcionamento do que o Windows XP, o que pode torna-lo lento em computadores mais antigos ou com menos de 1 giga de memória.

Quando você pluga o pen drive na porta USB de seu computador, uma das opções que surge na tela é para escolher quanto de memória auxiliar que quer utilizar. O espaço utilizado como memória auxiliar não vai permitir guardar arquivos. Ele será usado pelo processador quando todos os bancos de alocação de sua RAM estiverem ocupados, e desta maneira o pen drive passa a fazer o papel de memória. Como já foi dito, este pode ser um ótimo recurso para usuários de máquinas mais antigas que estão atualmente utilizando o Windows Vista.

Mas este recurso deve ser evitado quando se deseja prolongar a vida útil do pen drive, pois este possui em interior um módulo de memória flash, e como qualquer componente ela apresenta um prazo de vida útil. No caso da memória flash sua vida útil é calculada por ciclos de gravação e regravação, e para estes dispositivos este prazo varia de 10.000 a 100.000 ciclos. Pode parecer muito, mas se considerarem um aparelho com uma vida de 10.000 ciclos, e seu usuário for um utilizador assíduo deste recurso, o pen drive poderá ter uma redução de até 2/3 de seu tempo de utilização, que em média é de 3 anos, passando a durar apenas 1. Outro fator é a velocidade de transferência de bits, que é muito inferior ao da memória RAM, fazendo com que o sistema fique extremamente lento durante a sua utilização. Como podemos ver, o Ready Boost pode ajudar muito no caso de uma emergência, mas não deve ser enxergado como uma solução para a falta de memória em um sistema relativamente pesado.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Curso "Métodos para tornar um web site lucrativo"


por Lucas Vegi - Você quer ganhar dinheiro na internet?..Pois então nós do mr .BIN ensinaremos para você.

Com esse material que estamos disponibilizando, referente ao curso “Métodos para tornar um web site lucrativo”, você poderá tomar conhecimento de vários planos de afiliados e de técnicas para implementar anúncios em seus sites e gerar receita a partir deles.

Esse curso será ministrado por mim, e acontecerá no dia 10 de Junho de 2008, no I Simpósio Mineiro de Ciências Gerenciais organizado pela Faminas.

Para os participantes do curso e nossos leitores interessados, façam seus downloads logo abaixo.

Linux com a sua cara

por Raphael Monteiro - Uma das grandes vantagens do Linux é que o usuário pode deixa-lo com a sua cara, podendo escolher o ambiente gráfico de trabalho de acordo com a configuração do seu computador e com suas necessidades, confira as características de alguns destes ambientes:

Em 1996, iniciava-se o projeto KDE. Muito embora o Ambiente KDE fosse livre, ele era construído através da toolkit QT, que não era livre naquele momento. Membros do projeto GNU ficaram preocupados com a possibilidade de que um ambiente de trabalho livre fosse feito sobre uma toolkit proprietária. Diante de tal dilema, o projeto GNOME nasceu em Agosto de 1997 pelos esforços de Miguel de Icaza e Federico Mena. No começo, o objetivo principal do GNOME foi fornecer uma suíte amigável ao usuário de aplicações e um desktop fácil de usar. O GNOME foi escrito originalmente na linguagem de programação C. Logo depois um grande número de linguagens foram encorpando o GNOME e suas aplicações, por exemplo, linguagens como: C++, Ruby, Python, Perl e muitas outras. No lugar do Qt, o GTK foi escolhido como a base para desenvolvimento do GNOME. A licença é a GNU GPL General Public License (GPL). Ele conta com uma coleção rica de ferramentas, bibliotecas, e dos componentes para desenvolver aplicações poderosas em Unix. A distribuição completa do GNOME inclui uma suite para escritório (Office) através da integração de vários projectos independentes: processador de texto (AbiWord), folha de cálculo (Gnumeric), gestão de projetos (Planner), editor de diagramas (Dia), programa para desenhos vetoriais (Inkscape) e de imagem (GIMP).

Software de origem alemã, o KDE (sigla inglesa para K Desktop Environment) é, simultaneamente, um ambiente gráfico (que inclui um gerenciador de janelas) e uma plataforma de desenvolvimento livre e de código aberto, desenvolvido com base na biblioteca Qt. Voltado inicialmente aos utilizadores de platafomas Unix, funciona também no Mac OS X utilizando o seu servidor X11 e no Windows através do ambiente Cygwin. Juntamente com o GNOME é um dos mais populares ambientes gráficos usados no Linux. O gerenciador de janelas disponibilizado (KWin) é responsável por fornecer uma interface gráfica organizada e consistente para que aplicativos sejam executados e para que o usuário interaja com o computador, tanto utilizando aplicativos específicos quanto funções básicas como manipulação de arquivos e dispositivos. Com uma barra de tarefas intuitiva (muito ao estilo da do Windows), este ambiente de trabalho é um dos pesos pesados do GNU/Linux no que diz respeito a interfaces gráficas: segundo os autores, o KDE visa a oferecer a versatilidade do Linux, minimizando o contraste da interface relativamente a outros sistemas operativos, pelo que não será de estranhar reconhecer aspectos de organização e apresentação já vistos noutros ambientes gráficos de sistemas operativos. O KDE foi inteiramente criado em C++, e inclui também uma suíte de escritório (Office) simples, mas com muitos componentes: processador de texto (KWord), folha de cálculo (KSpread), programa de apresentações (KPresenter), editor de diagramas gráficos (KChart), de equações (KFormula), gerador de relatórios (Kugar), editor de diagramas e fluxogramas (Kivio), base de dados (Kexi), editor de gráficos bitmap (Krita) e vetoriais (Karbon14).

Já um pouco menos popular o Xfce é um ambiente de trabalho gráfico, executado sobre o sistema de janelas X em sistemas Unix e similares. Assim como GNOME, o Xfce utiliza a biblioteca para fazer a interface com o usuário, o que os tornam ligeiramente parecidos. Entretanto, uma preocupação do Xfce é ser mais rápido e consumir menos recursos da máquina do que o GNOME, que é considerado excessivamente grande e consumidor de recursos desnecessariamente, desta maneira sendo mais indicado para computadores mais antigos. O Xfce usa dois painéis: um com o botão de menu das aplicações e com botões para as aplicações mais úteis, e outro para apresentar os botões das janelas. Pode-se personalizar os painéis e até acrescentar outros. As funcionalidades do ambiente podem ser aumentadas com a instalação de diversos goodies. Estes plugins podem ser adicionados a um painel. O gestor de janelas suporta a extensão Composite do Xorg. Permite alterar a opacidade das janelas.

Como foi mostrado, estes são alguns dos ambientes gráficos mais usados, porém existem outros menos conhecidos, desta maneira o usuário encontra a seu dispor ferramentas para deixar o Linux mais confortável de acordo com suas preferencias, escolha sua distribuição e ambiente gráfico que mais lhe agradar e seja feliz com o Linux.


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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ajude o FireFox a estabelecer um Recorde Mundial

por Lucas Vegi - "Ajude o FireFox a estabelecer um Recorde Mundial". Esse é o slogan da mais nova campanha de marketing da mozilla para divulgar a terceira versão do FireFox, o atual maior concorrente do Internet Explorer.

A data de lançamento da terceira versão do FireFox ainda não está definida, porém a mozilla já está divulgando uma campanha forte para tentar levar o FireFox 3 ao livro do Guinness como o software mais baixado durante 24 horas.

A idéia da mozilla é que no dia do lançamento da terceira versão do seu browser, ele alcance um número astronômico de downloads e dessa forma, além de estabelecer o novo recorde mundial, conquiste novos adeptos para aumentar a fatia de usuários que gradativamente o FireFox vem tomando da Microsoft.

Para alcançar a marca desejada, a mozilla está fazendo uma forte campanha de divulgação em sites de relacionamentos, blogs e universidades.

Você tem um blog ou site, usa o FireFox e quer ajudar a mozilla a alcançar sua meta?..Então clique aqui e pegue algum dos banners de divulgação da campanha.

Você não tem blog nem site, mas mesmo assim quer colaborar com a campanha baixando o FireFox no dia do seu lançamento?..Então clique aqui e se cadastre para receber lembretes da mozilla lhe avisando sobre a data da tentativa de estabelecimento do recorde e os resultados obtidos da campanha.

Até o momento da publicação desse artigo no mr .BIN, o Brasil já possui 14.074 inscritos dentre o total mundial de 240.286 e só tem menos inscritos que os EUA, que estão com 49.505. Nós estamos apoiando a campanha do FireFox, faça o mesmo e se cadastre também.



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sexta-feira, 16 de maio de 2008

Windows Se7en mais Próximo

por Raphael Monteiro - Aos usuários proprietários do Windows Vista, última versão do sistema operacional da Microsoft lançada para desktops, podem não ter feito a melhor escolha ao se adiantarem em sua aquisição. Ao participar de evento em Miami, Bill Gates afirmou que o Windows 7 fica pronto “em algum momento de 2009”. Ele evitou responder novas perguntas sobre o novo sistema operacinal e não esclareceu, por exemplo, se fazia referência em ter uma versão de testes pronta ou ter de fato o sistema operacional concluído em 2009.

O Windows Seven ou Windows 7 é um sistema operativo da Microsoft atualmente em desenvolvimento, que será o provável sucessor do Windows Vista. Antes seu nome era conhecido como Windows Vienna ou Windows Blackcomb. Apesar do Windows Vista ter sido lançado no mercado mundial em janeiro de 2007, o Windows Seven (cujo núcleo recebeu o codinome MinWin) já era esperado por muitos que fazem testes com as versões beta do Windows Vista, por isso se diz no meio da informática que o Vista é um sistema que já nasceu morto, assim como foi com o Windows Milenium.

O uso de nomes de lugares como nome de código de produtos é uma tradição na Microsoft. Ao longo das décadas de 80 e 90, várias versões dos seus sistemas operacionais tiveram nomes de cidades, como o Sparta, uma referência a cidade-estado grega Esparta (Windows for Workgroups 3.11), Daytona (Windows NT 3.5), Cairo (Windows NT 5.0 - também conhecido como Windows 2000), Chicago (Windows 95) e Memphis (Windows 98). Porém a empresa quebrou a tradição ao usar o nome de Whistler (Windows XP), uma estância de esqui no Canadá, e Longhorn, que se transformou no Windows Vista. O Windows Vienna/Blackcomb seria o sucessor do Vista até receber o novo nome de código Seven. Vienna é uma homenagem à capital da Áustria, cujo nome é Viena (em português). A Microsoft rebatizou o Vienna para Blackcomb e, por último, adotou o nome de código Seven, por se tratar da sétima edição de seu principal produto. "Isso não reflete uma grande mudança, nós já usamos cidades como nome código no passado", afirmou a Microsoft, em um comunicado de imprensa.

Após o lançamento do Windows XP (NT 5.1), o Windows Seven estava destinado a ser seu sucessor. Contudo, teve o seu lançamento adiado em favor de uma versão provisória, o Windows Vista. O Windows Seven deverá possuir alguns recursos planejados pela Microsoft e que *não puderam ser concluídos (notem o termo usado) no Windows Vista, como por exemplo:

A plataforma de armazenamento WinFS, em adição ao atual NTFS, interface gráfica melhorada, novo menu Iniciar, Windows Sidebar mais poderosa, não se restrigindo apenas aos Microsoft Gadgets, novos efeitos visuais do sistema com novos papéis de parede, ícones, temas, uma nova versão do .NET Framework, foco em tela touch screen e multi touch (para uso em monitores tipo “mesas touch screen”) e arquitetura modular, como no Windows Server 2008. Notem o último recurso, exatamente o mesmo tipo de arquitetura em que sistemas Unix (entre eles o Linux) são programados para melhor desempenho e confiabilidade. Pelo visto até a Microsoft tem se beneficiado dos códigos fonte do Linux.


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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Computação nas Nuvens

Computação nas Nuvens é um termo um tanto quanto curioso e passível de várias interpretações, porém ele nada mais é que o nome do novo projeto ambicioso da Google para tentar dominar de vez o mercado da computação, desbancando sua maior concorrente atualmente, a Microsoft.

De acordo com o presidente do Conselho Executivo e Diretor Executivo da Google, Eric Schmidt, a empresa analisa a internet como o futuro da computação, e por conta dessa visão, eles já vem investindo a um certo tempo nesse projeto.

A idéia do Google é que futuramente os usuários não terão a necessidade de armazenarem dados e softwares em seus computadores, pois eles ficarão todos armazenados em um grande servidor na internet (a nuvem de informações). Com isso, os computadores pessoais se tornarão uma espécie de "terminal burro", sem hd, e que simplismente irão fazer requerimentos à "Nuvem de Informações" e então receberão de graça os dados e os softwares necessários pela grande rede.

Essa idéia do Google traz vários benefícios aos usuários, e ajuda no processo de aceleração da inclusão digital para as classes mais carentes da sociedade, pois os computadores se tornarão equipamentos ainda mais baratos e os serviços para sua utilização na web, em sua grande maioria, serão de graça, portanto os custos gerais com a computação pessoal cairão muito, facilitando assim a inclusão de pessoas mais carentes nesse mundo digital.

Vários conceitos terão de ser mudados para que a Computação nas Nuvens seja implementada. O conceito de desktop pessoal, por exemplo, será extinguido, pois os usuários poderão acessar todos os seus dados e softwares em qualquer computador do mundo, levando em consideração que todo o armazenamento se encontrará "Nas Nuvens".

Os Sistemas Operacionais também deverão passar por uma série de modificações devido as alterações de padrão de hardware. Como os computadores já não terão mais hd, a paginação de memória passará a ser realizada entre a memória RAM e "as nuvens", e não mais com o hd. Esse é um pequeno exemplo das modificações que os S.Os deverão passar para se adequarem ao novo conceito de computação.

Devido a essa mudança radical no conceito de computação, empresas tradicionais como a Microsoft podem acabar ficando para trás no mercado. Já pensando nessa possibilidade, podemos entender de forma clara o porque da Microsoft ter passado tanto tempo tentando adquirir o Yahoo!. Tendo os profissionais do Yahoo! como aliados, ficaria bem mais fácil para a empresa de Bill Gates amenizar essa diferença tecnológica entre ela e o Google com relação a soluções para a internet. O Google é o atual líder na internet, o seguido por Yahoo! e Microsoft respectivamente.

Vocês podem estar lendo esse artigo em pensando: "Mas se todos esses serviços do Google que serão oferecidos com a computação nas nuvens são de graça, como eles ganharão dinheiro com isso?...". A resposta é publicidade.

Desde de o início de suas atividades, o Google percebeu que a publicidade na internet é uma grande forma de lucrar, tanto que a maior parte da fortuna gerada pela empresa vem dos seus serviços de propaganda Adsense e Adwords, e com certeza se conseguirem emplacar esse novo conceito de computação, além de revolucionarem o mercado mundial, terão suas receitas internas multiplicadas em vários cifrões.

Para resumir o conceito de computação nas nuvens e entender melhor os objetivos do Google, veja esse vídeo a seguir:



quinta-feira, 3 de abril de 2008

A década do MP3 Player


por Raphael Monteiro - Segundo alguns sites de busca, a história do mp3 como formato e como aparelho é um dos temas mais buscados na internet, e na comemoração de 10 anos deste aparelho e 20 anos do formato, o mr.BIN vem contar um pouco da história deste tipo de arquivo que revolucionou a indústria fonográfica junto ao advento da internet.

MP3 é um formato eletrônico que permite ouvir músicas em computadores, com ótima qualidade. A questão chave para entender todo o sucesso do MP3 se baseia no fato de que, antes dele ser desenvolvido, uma música no computador era armazenada no formato WAV, que era o formato padrão para arquivo de som em PCs, chegando a ocupar dezenas de megabytes em disco. Na média, um minuto de música corresponde a 10 MB para uma gravação de som de 16 bits estéreo com 44.1 KHz, o que resulta numa grande complicação a distribuição de músicas por computadores, principalmente pela internet. Com o surgimento do MP3 essa história mudou, pois o formato permite armazenar músicas no computador sem ocupar muito espaço e sem tirar a qualidade sonora das canções. Geralmente, 1 minuto de música, corresponde a cerca de 1 MB em MP3.

Em 1987, o IIS (Institut Integrierte Schaltungen), na Alemanha, juntamente com a Universidade de Erlangen, começou a trabalhar numa codificação perceptual de áudio para Digital Audio Broadcasting (Transmissão Digital de Áudio). Todo o trabalho resultou num algoritmo de compressão de áudio chamado MPEG Audio Layer-3, que tempos depois ficou conhecido como MP3. Um dos objetivos da criação deste formato era conseguir reproduzir som com qualidade de CD com uma taxa de compressão razoável. O MP3 conseguiu abaixar essa taxa para 128 e 112 KB/s. E mesmo assim a qualidade sonora foi mantida quase que totalmente. Isto foi possível graças às técnicas de codificação perceptual, que não é uma simples compressão de dados, mas sim, um método que consiste em somente utilizar as freqüências sonoras que são captadas pelo ouvido humano. Uma vez que um padrão de freqüência tenha sido definido para a audição humana, as demais freqüências (que não são captadas pelo homem) podem ser descartadas, já que não há razão para gastar espaço ao armazenar esses dados.

Após o enorme sucesso do formato nos computadores, surgia há dez anos o primeiro MP3 Player portátil do mundo, de acordo com o site “The Register”. De fabricação coreana, o MPMan tinha memória flash de 32 MB (suficiente para cerca de oito músicas) e um pequeno visor LCD com informações básicas sobre a faixa em execução. O aparelho revolucionário foi apresentado como protótipo na feira alemã de tecnologia Cebit em 1998. Em maio do mesmo ano ele começou a ser produzido em larga escala para o lançamento nos Estados Unidos e na Europa. Com 16,5 cm de altura o MPMan era fabricado pela Saehan Information Systems e custava US$ 250, mas passou a ser vendido por US$ 200 no ano seguinte para concorrer com o Rio PMP300. O rival também tinha 32 MB de memória, mas contava com entradas para aumentar sua capacidade.

Veja mais em:
http://www.mpmaneurope.com/


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quarta-feira, 2 de abril de 2008

Google em Marte e mudança no nome do Orkut?

por Raphael Monteiro - Quem acessou o blog oficial do Google nesta terça feira deve ter no mínimo se espantado com a divulgação do Projeto Virgle, uma Junção do Google com o grupo multinacional Virgin em um mega empreendimento de levar uma expedição tripulada a Marte. Se bem que levando em conta o tamanho e poder das duas empresas não era muito de se surpreender. Porém ao analisar melhor a data de divulgação descobrimos que se tratava de uma das tradicionais brincadeiras do site do dia 1º de Abril, conhecido como dia da mentira, mas não para por ai, alguém notou o nome “Yogurt” no canto esquerdo da tela ao logar no site de relacionamento? Pois é, até que não seria má idéia, mas o site também não mudou de nome, apenas mostrou ter senso de humor nesta bizarra terça feira de 1º de Abril.

Como é tradição todo ano o Google cria uma notícia falsa, Este ano, avisou que vai criar uma empresa em Marte, a Virgle, através de um comunicado de Richard Branson, presidente do grupo Virgin. Com a junção do nome das duas empresas na "empreitada", a equipe do Google criou até um logotipo para a Virgle. Veja a seriedade com que o anuncio foi postado:

"Google anunciou hoje o projeto Virgle - uma expedição humana em Marte. Segundo o blog oficial do Google, Larry Page, Sergey Brin e Richard Branson(fundador da Virgin) acreditam que a tecnologia contemporânea está suficientemente avançada para tornar este esforço um sucesso e econômico. “Esta é a hora da humanidade afastar da Terra e começar uma grande e longa jornada ao explorar as estrelas e criar a nossa primeira posição em outro mundo.”

“Para os próximos anos, iremos enviar uma série de naves espaciais carregando (juntamente com os suprimentos e ferramentas necessárias para criar a nova colônia) que eventualmente serão centenas de colonos para Marte, ou Pioneiros Virgle Pioneiros” escreve Richard Branson. Para se candidatar a Virgle, ou saber mais como será expedição(imagine um Planeta OpenSource), clique aqui para descobrir o que o futuro reserva para esses bravos pioneiros."

O nome “Virgle” veio da junção do nome Google com Virgin, grupo multinacional que possui empresas ligadas aos mais diversos sectores de consumo, presente em vasto número de países em todos os continentes.

Veja mais em:
http://www.google.com/virgle/index.html
http://br.youtube.com/projectvirgle

Unicamp usa 12 PS3 como Cluster

por Raphael Monteiro - A muito o publico já conhece o poder do processador Cell desenvolvido em parceria entre a Sony, Toshiba e IBM e que equipa como Unidade Central de Processamento o vídeo game PlayStation 3, devido ao seu elevado desempenho em processamento de ponto flutuante (o mesmo usado em clusters) tem se visto várias outras aplicações para o Cell, como modelagem 3d e renderização de imagens virtuais em tempo real. Talvez o mais inusitado tenha sido feito por uma pesquisadora da Unicamp, o que poderia ser uma LAN house dos sonhos, com o console mais caro da história dos videogames, é, na verdade, um laboratório que faz bilhões de cálculos por segundo para entender melhor a interação de anestésicos locais com membranas biológicas.

Os 12 PlayStation 3 estão ligados em rede formando um cluster de processamento rodando uma distribuição do Linux. Segundo a pesquisadora Monica Pickholz eles são mais estáveis que qualquer rede cluster que ja tenha sido feita. Os videogames funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. Só pararam uma vez, quando "acabou a força e o gerador não funcionou". Durante todo o tempo, os videogames fazem cálculos para simular dinâmicas de comportamento entre átomos.

A professora Monica, doutora em Física, diz que o projeto de pesquisa financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo), comprou cada máquina no Brasil por cerca de R$ 2,58 mil - modelo com disco rígido de 60 GB. Conseguiu um total de 72 processadores, já que, efetivamente, são seis os centros de processamento ativos em cada PS3. O mesmo dinheiro, se aplicado em servidores convencionais, resultaria em apenas 32 processadores e menor poder processamento.

"Ocorre que o hardware do PS3 é barateado por expectativas de volume de vendas e ganhos com softwares (jogos), algo que não acontece no mercado de servidores", diz Martinelli. Ou seja, a Sony pretende lucrar com a venda de jogos, enquanto perde alguns trocados para ver sua base instalada de usuários aumentar. No entanto, o console da Sony não pode executar qualquer função na informática, segundo a pesquisadora. "O PS3 não é a salvação para todos os problemas, tem aplicações bastante específicas". Outros projetos pelo mundo também utilizam o poder de processamento do console com o chip Cell. Até mesmo a Sony se viu obrigada a instalar servidores de PS3 para hospedar as conexões de partidas on-line do jogo "Warhawk", recentemente lançado para o próprio PlayStation 3.

No campo científico, o projeto PS3 Grid vem com o subtítulo "PlayStation 3 a serviço da ciência". A iniciativa pretende reunir voluntários para pesquisas na área de simulação de dinâmicas moleculares. No site, os criadores citam um exemplo de mutirão de videogames dedicados aos cálculos. "Se mil pessoas se unirem nessa cooperativa, teremos uma força computacional equivalente a 16 mil computadores de processador simples", diz o texto de introdução.

Veja mais em

http://www.ps3grid.net/

sexta-feira, 28 de março de 2008

Quebrando pré-conceitos sobre o Linux

por Lucas Vegi - Você já experimentou ou pelo menos já teve interesse em conhecer o sistema operacional Linux? Com certeza muitos de vocês já experimentaram e tem costume de usar, porém como já escutamos em várias oportunidades, muitas pessoas nunca chegaram a usar um sistema Linux ou tiveram curiosidade de conhecer devido ao pré-conceito, muitos usuários leigos vêem o Linux como um “bicho de sete cabeças”, mas isso não é bem assim.

Antigamente as distribuições do Linux eram voltadas para usuários avançados, pois não possuíam ambientes amigáveis como atualmente e dessa forma exigiam um alto grau de conhecimento dos seus operadores que acabava afastando a maioria das pessoas que não eram dotadas de conhecimentos computacionais tão amplos.

Porém o tempo passou e as coisas mudaram muito nesse sentido. Hoje em dia existem várias distribuições do Linux voltadas para usuários domésticos e que são tão fáceis de usar e ricas em recursos quanto o Windows, dentre elas podemos citar o Mandriva, o Kurumin, o Muriqui e o Ubuntu que na opinião do mr .BIN, é a melhor distribuição Linux para uso doméstico.

O Ubuntu é uma distribuição do Linux ideal para usuários leigos, além de também oferecer recursos para usuários avançados. Muitas das configurações do Ubuntu acontecem de formas mais fáceis até que do Windows, um bom exemplo que posso citar é o do meu Desktop. Aqui em casa tenho um modem banda larga roteado e sempre que instalo o Windows no meu computador eu tenho que configurar a rede para que a internet funcione adequadamente, já com o Ubuntu é automático, ele configura a rede por conta própria me poupando trabalho . Esse é apenas um pequeno exemplo das suas funcionalidades.

Outro ponto interessante a citar do Ubuntu é seu Desktop 3D, embora ele seja de instalação opcional, pode ser uma boa pedida para os usuários entusiastas de recursos gráficos avançados no ambiente de trabalho. Vários desses usuários estão migrando para o Windows Vista por considerarem ele mais bonito devido aos seus recursos 3D, como por exemplo a transição de janelas Aero, porém o Desktop 3D do Ubuntu não deixa nada a desejar em relação aos efeitos do Windows Vista, além de que o Ubuntu é um S.O muito mais leve por consumir menos memória.

O Ubuntu originalmente usa o GNOME como interface de janelas, porém várias outras distribuições dele são distribuídas utilizando de outras interfaces, dentre elas podemos citar o Kubuntu e o Xubuntu.

O Kubuntu utiliza o KDE como interface gráfica e em conseqüência disso é considerado mais leve que o Ubuntu. Já o Xubuntu é ainda mais leve que o Kubuntu, ele usa o XFCE como interface gráfica e tem como foco principal abranger usuários dotados de computadores com pouca memória RAM (128 mb ou menos).

Existem também versões do Ubuntu com outros objetivos específicos, como exemplo podemos citar o Edubuntu, que é uma distribuição voltada para a educação. Ela possui ferramentas que possibilitam que a configuração de um Laboratório de Informática inteiro seja feita em pouco tempo por um professor que não tenha tanto conhecimento técnico e depois proporciona ao professor formas de trabalhar em rede com os alunos nesse laboratório, utilizando das ferramentas específicas do Edubuntu de ensino simultâneo nos computadores.

Sabiam que o Google utiliza uma distribuição própria do Linux nas suas empresas? Ela é uma modificação do Ubuntu feita pelos engenheiros do Google nos moldes das empresas e não tem previsão de ser distribuídas para o público, embora muitos sites e blogs digam que sim e até ofereçam versões falsas dela dizendo ser a real. Esses sites dão o nome de Goobuntu a essa distribuição.

Nós do mr .BIN recomendamos a todos que tem “medo” do Linux devido ao pré-conceito e até mesmo aqueles que já conhecem mas nunca utilizaram uma distribuição do Ubuntu que baixem e experimentem.

Baixe sua distribuição do Ubuntu clicando nas imagens abaixo:













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segunda-feira, 17 de março de 2008

"Bons artistas copiam, artistas geniais roubam"

por Raphael Monteiro - Para os que ficaram espantados com o título, ele vem de uma frase famosa pronunciada pelo artista renascentista Leonardo Da Vinci, mas muito longe do renascimento ela retrata bem o espírito do filme Piratas do Vale do Silício (Pirates of Silicon Valley, 1999), altamente recomendado pela equipe do mr .BIN. Dirigido por Martyn Burke, ele se passa em um período pós Woodstock e mostra a saga de Bill Gates e Steve Jobs como protagonistas do surgimento da microinformática, através do desenvolvimento paralelo de duas empresas americanas, a Apple Computer e a Microsoft, num contexto em que surgem os primeiros ativistas da informática e os hackers. É o início da era da computação pessoal.

A trama começa nos anos 70, quando jovens universitários começam a se envolver com a alta tecnologia da eletrônica computacional. Agem como verdadeiros hackers criando aparelhos para burlar o sistema telefônico e copiando códigos alheios para desenvolvimento de verdadeiras engenhocas desajeitadas que se mostram como os ancestrais dos microcomputadores que usamos hoje. Para Gates e Jobs, "Bons artistas copiam, artistas geniais roubam idéias". Quando a revolução começou, ninguém poderia imaginar que ela começaria em dois lugares tão diferentes. De um lado estava Steve Jobs, que de sua garagem criou a Apple e um dos computadores pessoais mais usados na atualidade, e do outro lado estava Bill Gates, o criador da Microsoft e do Windows, que tirou suas idéias de conversas noturnas em seu dormitório da faculdade. Ambos, mudaram o jeito de encarar a informática, criando sistemas tão abrangentes, para trabalhar, viver e se comunicar. Mas essa não foi uma revolução fácil e nem honesta. Conheça os bastidores da história desses dois homens, que usaram todos os tipos de golpes e armas para ganhar essa revolução.

Veja mais em:

http://www.youtube.com/watch?v=exe1fRcW8X8 (trailer)
http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1593



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sexta-feira, 14 de março de 2008

Apostilas da Linguagem Pascal

por Lucas Vegi - Pascal é a linguagem usada basicamente em todos os cursos da área de informática para iniciar a aprendizagem das lógicas de programação.

Nós do mr .BIN estamos disponibilizando duas apostilas dessa linguagem para auxiliar todos que estejam interessados em começar a programar ou firmar conhecimentos já adquiridos. Vale a pena conferir essas apostilas que são apenas as primeiras de uma série de apostilas de programação que continuaremos a lançar.

obs: Recomendamos a utilização da IDE Dev Pascal para o treinamento e desenvolvimento com a linguagem.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Virtualização e sistemas hospedeiros

por Raphael Monteiro - Imagine poder instalar vários sistemas operacionais no mesmo computador sem a necessidade de criar várias partições no H.D., formatação, e ainda ter a facilidade de acessa-los sem desligar seu hardware. Seria um sonho para os programadores ou entusiastas da computação? Não se trata de sonho, bem vindo a “virtualização”.

A possibilidade de poder testar vários sistemas operacionais ou a utilização de ferramentas de diferentes S.O.’s faz da virtualização uma importante ferramenta para empresas, bancos e sistemas de servidores ou também para os curiosos que desejam testar S.O.’s sem se dar ao trabalho de alterarem partições.

Virtualização é o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento. Uma máquina virtual é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor pode manter vários sistemas operacionais em uso. Ampliando esse conceito, é importante aprofundar o entendimento de como os ambientes computacionais são independentes um dos outros. Além do hardware do servidor que hospeda os sistemas virtualizados, esses ambientes virtuais não têm nada mais em comum. Não existe interdependência entre os sistemas virtuais nem regras que ditem qual sistema você pode usar em um ambiente virtual, à parte a compatibilidade do software de máquinas virtuais. Normalmente, se você pode instalar um sistema operacional em um hardware "real", poderá instalá-lo em uma máquina virtual. Seu servidor pode hospedar vários sistemas operacionais, sejam eles iguais, similares ou completamente diferentes. Os sistemas operacionais virtualizados são independentes entre si. Existem diversos pacotes de software para máquinas virtuais, porém o mais populares são o VMware como uma solução paga e o Virtualbox como um sistema de código aberto. Neste exato momento este artigo esta sendo escrito em um Open Office do Linux/Ubuntu, rodando no Virtualbox sobre o Windows XP como sistema hospedeiro.



Em um ambiente computacional virtual, existem dois componentes principais: o hospedeiro e o convidado. O hospedeiro é o sistema operacional executado diretamente sobre o hardware físico ou servidor. Esse hospedeiro é o sistema operacional que você instala inicialmente sobre o servidor. O sistema operacional convidado, no entanto, não é tão restrito. O sistema operacional convidado é o ambiente computacional virtual que é executado sobre o sistema operacional hospedeiro como uma máquina virtual.

A única restrição para o número de máquinas virtuais é definida pelos limites de memória, espaço em disco e poder de processamento da CPU oferecidos a elas. Qualquer computador que espera hospedar uma ou mais máquinas virtuais deve possuir recursos não apenas para o hospedeiro como também para acomodar os sistemas convidados




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terça-feira, 4 de março de 2008

Entendendo Banco de Dados


por Lucas Vegi - O primeiro BD a ser implementado foi o de rede, na década de 60. Ele utilizava ponteiros nas suas tabelas para definir a forma como elas se comunicavam. Todas as tabelas podiam se comunicar, bastava para isso implementar ponteiros no projeto do BD que proporcionassem essa comunicação, bem diferente dos BDs hierárquicos, onde as tabelas filha só podiam comunicar com sua tabela pai. Embora o BD de rede tenha sido o primeiro a ser implementado, o primeiro sistema comercial a possuir um BD, utilizava um Hierárquico. Tanto os BDs Hierárquicos quanto os BDs de rede eram classificados como Modelos Navegacionais devido a forma como os dados eram buscados neles.

Na década de 70 foi criado a partir de teorias matemáticas o BD relacional. Ele foi o primeiro BD formalizado e seguia o Principio de Informação, que determina que todas as informações do BD sejam obtidas através de dados, devido a isso ele não utiliza ponteiros na sua implementação.

Por não utilizar ponteiros, os BDs relacionais se tornam bancos mais flexíveis que os de rede, possibilitando aos seus utilizadores fazerem “customizações” que não precisam necessariamente fazer parte dos seus projetos iniciais. Isso aumenta e muito a vida útil deles.

Devido a esses motivos os BDs relacionais são os mais utilizados desde a década de 90, sendo que na década de 80 eles já estavam ganhando mercado de forma rápida.

Várias ferramentas de BDs relacionais estão no mercado atualmente, dentre elas Oracle e SQL Server são as mais utilizadas.

Veja mais em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_em_rede
http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_dados http://pt.wikipedia.org/wiki/SQL#Sistemas_de_Banco_de_Dados_que_usam_SQL http://pt.wikipedia.org/wiki/DDL
http://pt.wikipedia.org/wiki/DML
http://pt.wikipedia.org/wiki/Modelo_Relacional http://www.cin.ufpe.br/~in940/FuncionalidadesSGBD.pdf




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